Falando em fazer falta, o Argo testado deveria ter airbags laterais. Já comuns na classe, os de cortina não são oferecidos em nenhum carro da gama. Com o motor E.torQ 1.8 Flex de 4 cilindros e o câmbio automático de 6 marcas, o Fiat Argo Trekking 1.8 AT traz muita tecnologia e conforto com desenvoltura fora também do asfalto. Além de contar com os equipamentos de série da Trekking 1.3, como ESC, Hill Holder e controle de tração, a versão na linha 2021 vem com rodas de liga leve de 15” com acabamento escurecido. A versão traz de série os itens da Drive 1.3 e acrescenta controles de tração e estabilidade, além de Hill Holder. Como pacotes opcionais, oferece o kit Plus (rodas de liga leve 15” exclusivas e câmera de ré) e o kit Full (Plus + Keyless Entry n’ Go e ar-condicionado digital automático).
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E no painel, um pequeno porta-objetosserve apenas para miudezas, como o controle do portão da garagem. Pelo menos há uma entrada USB extra para quem vai sentado no banco traseiro. Ou seja, é um hatch para nossas ruas, tanto que o Trekking, lançado há exatamente dois anos, hoje responde por 30% das vendas do Argo. Na linha 2021, seus adesivos pretos nas laterais e no capô ganharam um jeitão de tatuagem tribal. O teto continua preto, numa decoração que nem parece tão exagerada quando o carro está pintado no sóbrio Cinza Silverstone do exemplar avaliado. Também entrou em cena um logotipo dianteiro maior, parte da nova identidade da marca, assim como a bandeira com as cores da Itália um pouco mais ao lado.
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Na hora de viajar, o espaço para cinco ocupantes é apenas razoável, bem como a capacidade do porta-malas, que pode levar 300 litros, conforme a fabricante. O modelo 2021 do Argo Trekking apresenta novos adesivos alusivos à versão no capô, na lateral inferior e na traseira. O veículo tem o melhor comportamento dinâmico da categoria e conforto em piso de terra. Tem suspensão elevada e o maior vão livre em relação aos concorrentes (210 mm), sendo 40 mm mais alta em relação à versão Drive 1.3. Há também a série S-Design, disponível para a versão Drive nas motorizações 1.0 e 1.3. No exterior há nova calota com pintura shadow (1.0) e rodas de liga leve de 15 polegadas com a mesma pintura (1.3).
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- Além disso, há a caracterização Trekking, que traz apliques de plástico nos para-lamas, teto e faixa no capô pretos.
- TSI na recuperação de 60 a 100 km/h, prova de que um 1.0 turbo pode fazer a diferença.
- Por dentro, conta com bancos com tecido escuro e costura laranja, textura quadriculada e o logotipo Trekking bordado.
- Dá para acomodar bem dois passageiros com cerca de 1,80 m no banco de trás, embora o espaço central traseiro seja apenas para os pequenos.
- O aplicativo Shell Box foi criado para quem quer comprar combustível com muito mais praticidade!
- O retrovisor elétrico e o spoiler são pintados em preto, há faróis de neblina, friso lateral em dark chrome e badge S-Design.

E o câmbio também deve um pouco de precisão, mas nada como os Fiat de muito tempo atrás. A despeito de o 1.3 Firefly ser razoavelmente elástico, serão necessárias algumas reduções extras na estrada, onde a sensação de agilidade presente na cidade se perde um pouco. As retomadas são feitas no tempo esperado para um 1.3 manual. TSI na recuperação de 60 a 100 km/h, prova de que um 1.0 turbo pode fazer a diferença. Ao longo dos anos, acompanhei alguns símbolos diferentes da Fiat, nenhum tão direto quanto esse.
Ficha técnica - Fiat Argo Trekking
Quando 1.3, ele traz 4 cilindros, 109 cv e 14,2 kgmf de torque (etanol). O Fiat Argo Trekking 2021 carrega em seus compartimentos uma impressão maior de altura, conforto e segurança. Sendo assim, o espaço interno é maior, um dos pontos que mais atraíram os compradores e os admiradores do Fiat Argo Trekking. Para completar, a direção elétrica é leve e precisa, enquanto o pedal de freio tem um acionamento bastante progressivo. A série S-Design também está disponível, assim como a pintura bicolor da carroceria. Apesar disso, o sistema multimídia de 7” tem uma interface simples de operar e conexão com Android Auto/Apple CarPlay – mas que não é sem fio como na nova Strada ou no Mobi Trekking. Quem viaja atrás dispõe de espaço suficiente para as pernas/joelhos e uma tomada USB para carregar o smartphone. A posição de dirigir é agradável, mas a coluna de direção é regulável apenas em altura e não há mais controlador de velocidade. Até o fim dessa avaliação, ainda enfrentamos os temidos trilhos de bonde em Santa Teresa, no Rio, paralelepípedos soltos e ruas de péssimo calçamento. O aventureiro urbano da Fiat passou impávido e macio por tudo isso.
Teste: Fiat Argo Trekking 2021 tem novo logotipo, mas ainda espera pelo motor turbo
A versão acrescenta banco do motorista com regulagem de altura, desembaçador temporizado e limpador com intermitência do vidro traseiro, além de maçanetas e retrovisores na cor do veículo. A linha 2021 recebeu central novas calotas e a central multimídia UConnect de 7” com volante multifuncional e entrada USB traseira. Fiat Argo 2024 -se a isso a distância livre do solo de 21 cme terá um hatch valente ao passar por valetas, lombadas e trilhas leves. Mas a Fiat peca quando apresenta o Argo 1.3 sem opção de câmbio automático, já que a GM tirou o Onix 1.4 automático (motor 4 cilindros) do mercado.Mesmo assim, o motor 1.0 de 3 cilindros é muito bom. Na estrada, com porta malas cheio e ar condicionado ligado e em 4 pessoas fiz média de 12,5 km/litro no álcool. O i solamento acústicoé aceitável e os freios funcionam a contento, com tambor na traseira. E agora que o carro tem controle eletrônico de estabilidade, dá para contornar nas curvas com mais segurança, mesmo com os pneus de uso misto. O nome da fabricante é tão grande que poderia ser escrito com letras maiúsculas na matéria. O logo está ainda em outras partes, caso do volante e da tela de boas vindas do multimídia. A cabine segue em tons escuros, e o acabamento mostra plásticos duros – mas de qualidade e texturizados –, enquanto o volante de aro grosso transmite boa pegada e tem o padrão da insígnia da Fiat já aplicado anteriormente na picape Toro Blackjack. O sistema multimídia é compatível com Apple Car Play e Android Auto, mas ainda não tem espelhamento sem fio, como nos novos sistemas da Stellantis disponíveis em modelos como Strada, Compasse Renegade. Certamente, a partir do novo SUV Pulse, que chegará em agosto, esse recurso vai se espalhar pelo resto da linha Fiat com mais rapidez. Atua no jornalismo automotivo há 20 anos, com passagem pelo portal UOL, site Carsale, jornal O Estado de S.Paulo e pelas revistas Autoesporte, Car and Driver e Car Magazine. Além dos testes e comparativos, publica textos e podcasts opinativos sobre o setor, não apenas a respeito do mercado em geral, mas também no que se refere às tendências do mundo sobre quatro rodas. Se fôssemos comprar um Argo, o Trekking 1.3 seria a nossa opção. Não é um carro para entusiastas, mas para a realidade das ruas brasileiras. Você está na dúvida sobre comprar carro usado em concessionária ou direto com proprietário? Continue vendo mais fotos do Fiat Argo Trekking 2021 e toda a sua beleza e sofisticação. Entre tantas características, é o conforto que mais chama a atenção. Mas, o quesito preço também é um dos pontos importantes no momento de uma compra. Quer saber mais sobre o que mudou e qual o preço do Fiat Argo Trekking 2021? É perfeito para quem deseja algo parecido com o oferecido por um SUV. O que incomoda é a ausência de ajuste de distância do volante (há apenas de altura) — a versão HGT conta com esse recurso. A direção poderia proporcionar uma sensação de centro de volante mais firme, embora seja perfeita em manobras. O retrovisor elétrico e o spoiler são pintados em preto, há faróis de neblina, friso lateral em dark chrome e badge S-Design. Para mim, o Argo Trekking não é um carro feito para quem gosta de carros. A direção elétrica é leve demais em baixas e médias velocidades, além do já bastante conhecido câmbio manual da Fiat, o C513, em cena desde 1996. Feche os olhos, pise no pedal de embreagem e engate as marchas e lembre o Palio que foi lançado há 25 anos - vamos detalhar isso mais adiante.